Abr
29
2008
O financiamento da casa própria com recursos da poupança (contratações de crédito dos agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) somou, no primeiro trimestre de 2008, R$ 5,48 bilhões. Esse valor é 88,5% maior que o registrado nos três primeiros meses do ano passado.
Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), entre janeiro e março deste ano, o volume financiado já supera o registrado em todo o ano de 2005, quando o total contratado ficou em R$ 4,85 bilhões.
No primeiro trimestre de 2008, o número de imóveis financiados foi de 54.840, superando em 58,2% o número de imóveis do primeiro trimestre de 2007. Em março, o número de unidades financiadas praticamente se igualou ao de fevereiro.
Fonte:
G1
Abr
29
2008
O bilionário do setor imobiliário e barão da mídia Sam Zell afirmou que preferiria investir no Brasil se tivesse que fazer uma única aposta nos próximos anos.
“Eu compraria Brasil”, disse Zell na Conferência Global do Milken Institute. “O país tem a chance de ser uma potência econômica maior que a China nos próximos 30 anos.”
Zell, presidente-executivo da controladora do jornal Chicago Tribune, a Tribune Co., e presidente do Equity Group Investiments, respondeu uma pergunta de um moderador sobre onde os investidores deveriam mirar em caso de terem uma única chance no setor imobiliário.
O bilionário disse que a população do Brasil de 180 milhões de pessoas, a força de trabalho qualificada, o poder do setor agrícola e a abundância de recursos naturais, fez do país em grande medida auto-suficiente.
Zell ainda afirmou que a maior operadora brasileira de shopping centers prevê um crescimento anual de 10% nas vendas no varejo.
O empresário disse que a chamada política chinesa do filho único, decretada em 1979 para lidar com a superpopulação, irá afetar o país asiático nos próximos anos, porque reduzirá o número de trabalhadores.
“Acho que até 2020, isso irá voltar para atacá-los para valer”, disse. No ano passado, a China estendeu a política de restrição até 2010.
Fonte:
G1
Abr
24
2008
BB vai dar prazo para cliente começar a pagar e abonar uma parcela.
A partir de junho, os trabalhadores da classe média terão mais uma opção de crédito imobiliário. O Banco do Brasil entrará nesse mercado com R$2 bilhões e vai oferecer algumas facilidades para atrair os mutuários, como carência de seis meses para começar a pagar as parcelas.
A carência, porém, limita-se à parte principal da dívida, ou seja, o valor do imóvel. Já os juros e os seguros obrigatórios (por morte e invalidez permanente e contra danos físicos ao imóvel) são cobrados durante todo o período. O cliente poderá ainda escolher um mês no ano em que não haverá cobrança da parcela.
Três linhas estão planejadas. Uma delas utiliza recursos das cadernetas de poupança, e terá juros abaixo dos 12% ao ano, mais correção pela TR, que está na margem de 2% ao ano. As outras têm recursos do FGTS e juros que variam de 8,16% a 8,66% ao ano.
Fonte:
Ademi
Abr
17
2008
Como devo proceder para averbar uma benfeitoria realizada em um terreno onde o proprietário só tem uma promesa de compra e venda do mesmo?
Resposta: Providenciar a documentação necessária junto à Prefeitura e, depois, obter na Prefeitura, a certidão de habite-se. Com a certidão e o pagamento ao INSS, referente à construção, averbar a mesma no Registro de Imóveis.
(Respondido pelo Dr. Manoel Maia - Manoel Maia Advogados Associados).
Glossário: HABITE-SE - Autorização emitida pela Prefeitura para que um imóvel recém-construído ou reformado possa ser ocupado. Para que o documento possa ser emitido, é preciso uma vistoria de regularidade para ver se a obra foi executada conforme o projeto inicial e é necessário preencher diversos requisitos legais (paracer da companhia de luz, do corpo de bombeiros, da companhia de gás, entre outros). O imóvel só pode ser ocupado depois da concessão do Habite-se.
Registro de Imóveis - Poder legal de agentes do ofício público para efetuar todas as operações relativas a bens imóveis e a direitos a eles referentes, promovendo escrituras, assegurando aos requerentes a aquisição e o exercíxio do direito de propriedade e a instituição de ônus reais de garantia ou de aquisição. O registro de imóveis é um documento onde estão as informaçãoes do imóvel, contendo todos os dados referentes à propriedade imobiliária. É o ato primordial da aquisição da propriedade imobiliária entre pessoas vivas, já que o contrato apenas produz efeitos pessoais. Somente a intervenção do Estado, realizada pelo oficial do Cartório Imobiliário conferirá direitos reis, a partir da data em que fizer o assentamento (registro) do imóvel.
Esperamos ter ajudado a esclarecer a sua dúvida.
Abr
16
2008
O risco do “juro no pé” é o mutuário se deparar, na entrega das chaves, com saldo devedor muito superior ao valor de mercado do imóvel. Num contrato com juro de 1% ao mês incidente desde a obra, o saldo estará inflado em 30% na entrega das chaves, diz Vasconcellos. Em planos indexados ao INCC ou à TR, o adicional não passa de 8%.
Fonte: Ademi
Abr
16
2008
Quem tem renda familiar superior a R$ 4.900 e pretende financiar um imóvel através da linha Pró-Cotista, que utiliza recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e tem juros de até 8,66% ao ano, deve ficar atento. Os recursos destinados para esse tipo de financiamento neste ano são de R$ 1 bilhão e, desse total, 85% já foram solicitados pelos bancos que têm autorização para operar o crédito.
Isso não quer dizer, porém, que todo este dinheiro já foi emprestado, e sim que está disponível para empréstimos nas agências bancárias. Atualmente, Caixa Econômica, Banco Real e Itaú têm autorização para oferecer este tipo de financiamento. O Banco do Brasil será liberado ainda neste semestre.
Não temos previsão de aumentar o orçamento desta linha se o dinheiro acabar - avisa José Pereira Gonçalves, superintendente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e membro do Conselho Curador do FGTS, órgão que decide como o dinheiro do Fundo será investido.
A Caixa informa que está financiando 2.658 imóveis pela linha Pró-Cotista, que só atende trabalhadores que tenham contribuído, pelo menos, três anos com o FGTS. O valor gasto até agora é de R$ 223 milhões, ou 22% do total do programa. Os recursos destinados a algumas regiões, porém, já acabaram, uma vez que a procura em alguns estados superou as expectativas. Por isso, a Caixa está solicitando ao Ministério das Cidades permissão para relocar verbas.
Em decisão publicada na segunda-feira, no Diário Oficial, o Ministério das Cidades transferiu R$ 500 milhões das linhas com recursos FGTS, destinadas para famílias que ganham até R$ 4.900 para o programa Pró-Moradia, que empresta dinheiro para estados e municípios investirem em projetos habitacionais voltados para a baixa renda.
A verba dos financiamentos com recursos do FGTS caiu de R$ 5,25 bilhões para R$ 4,75 bilhões
Fonte: Ademi
Abr
10
2008
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou nesta quinta-feira (10) o Projeto de Lei 4931/01, do deputado licenciado Alexandre Cardoso, que torna obrigatória a instalação de medidor individual de consumo de água para cada domicílio de condomínios.
A aprovação da CCJ é conclusiva e agora será encaminhada ao Senado. O projeto foi relatado pelo deputado Marcelo Ortiz (PV-SP), que apresentou parecer favorável.
Fonte: G1
Abr
10
2008
Em dois meses, Caixa já registra mais de 13 milhões de acessos
O simulador de financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal registra mais de 13 milhões de acessos, desde que foi lançado, em 7 de fevereiro. O sistema se tornou uma das ferramentas mais importantes do site do banco (www.caixa.gov.br). Outra novidade é que os interessados na compra do imóvel financiado têm acesso ao CET (Custo Efetivo Total). A planilha mostra realmente quais são as despesas do futuro mutuário e, ainda, o valor de cada prestação até o fim do contrato. Somente este mês, 1,9 milhão de pesquisas foram realizadas.
Segundo a Caixa, o acesso é muito simples: basta entrar no site e clicar no link ‘Simulador’. Em seguida, escolher o campo ‘Pessoa Física ou Jurídica’. O próximo passo é definir a categoria do imóvel (novo, usado, terreno, sala, entre outros) e, depois, a cidade onde está localizado. A ferramenta vai solicitar o valor do imóvel e a renda familiar bruta. Também será preciso informar a data de nascimento para cálculo do seguro. O simulador apresenta, em minutos, a prestação e os juros.
Leia a matéria completa: Ademi
Abr
07
2008
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Na hora de comprar imóvel na planta, vale mais a pena buscar um crédito bancário ou negociar o financiamento diretamente com a construtora? Para especialistas do mercado imobiliário, via de regra, a resposta é: depende do valor do imóvel.
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Se ele custa até R$150 mil, os juros bancários tendem a ser bem mais atraentes. Daí até R$350 mil, a vantagem diminui, mas se mantém. Acima disso, quando o imóvel deixa de se enquadrar nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), os juros se equiparam.
Na faixa de imóveis que custam até R$150 mil, há bancos cobrando juros de 8% ao ano mais a TR, que fechou 2007 em 1,4%. Já nas construtoras, os juros giram em 12% ao ano mais IGP-M (a taxa do ano passado foi de 7,75%), depois da entrega das chaves.
No intervalo de R$150 mil a R$350 mil, entretanto, a diferença de valores pagos numa e noutra modalidade pode ser bem pequena — depende das variações de TR e IGP-M, durante o prazo de pagamento.
Já nos casos fora do SFH, as taxas bancárias são, normalmente de 12% mais TR, e esse financiamento pode ficar até mais caro do que nas construtoras.
Leia a matéria completa: Zap
Abr
07
2008
Escaldados pela crise financeira deflagrada pelas hipotecas de alto risco (subprime) nos Estados Unidos, investidores americanos e inclusive fundos de pensão estão buscando mercados onde o setor imobiliário é mais estável. E o Brasil começa a atraí-los, segundo informou o superintendente regional da Caixa Econômica Federal nos EUA.
Eles se mostram interessados em investir especificamente em empresas de construção civil brasileiras, devido ao crescimento da procura por imóveis no país, motivada pela expansão do crédito bancário para os interessados na compra da casa própria.
Caixa quer ampliar oferta de imóveis para reduzir preço. Com isso, a Caixa passou a cortejar esse tipo de investidor estrangeiro. De acordo com Cristofolini, eles estão sendo atraídos sobretudo pelo segmento de construção de residências para famílias de baixa renda: Nós temos bastante capital para oferecer a essas famílias no financiamento da compra de imóveis, mas a oferta de unidades residenciais nessa faixa ainda é pequena.
Fonte:Ademi