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Novo site do Creci-Es

A Base acaba de desenvolver o novo site do Creci-Es (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Espírito Santo).

O projeto além do novo design possui inúmeras novidades, tais como: a Tv Creci, Twitter do Creci-Es, pesquisa do corretor, enquete, envio de newsletter, perguntas e respostas, etc.

Entre no site do Creci-Es e conheça todas essas novidades.

Palestra – Operacionalização da NFS-e nos sistemas Base Locação e Base Condomínio

Considerações iniciais:

  • O que é NFS-e?
  • O que é RPS?

Procedimentos para instalação da Nota Carioca nos sistemas:

  • Configuração de Parâmetros
  • Cadastro de empresas e filiais
  • Gerando Nota Fiscal
  • Gerando RPS
  • Gerando arquivo eletrônico
  • Cancelamento de RPS
  • Relatório de RPS
  • Importando arquivos no site da Nota Carioca
  • Emitindo nota avulsa
  • Vantagens futuras da nota fiscal eletrônica

Dúvidas gerais

Local do evento: Secovi Rio – Av. Almirante Barroso, 52/9º andar – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Data: 23/08
Programação:
08:30h – Café da Manhã
09:00h – Palestra

Vagas limitadas! Inscrições gratuitas, somente com confirmação.

Ou ligue para (21) 2195-0550

Feira de Imóveis de Nova Friburgo

A Base pelo quarto ano consecutivo apoia a Feira de Imóveis de Nova Friburgo dando o suporte tecnológico e desenvolvendo o site www.feiraimoveisnf.com.br. O evento que está na sua 6a edição será  realizado no período de 04 a 06 de setembro, das 13 às 21 horas, no Friburgo Shopping.
Estão sendo esperadas cerca de 20.000 pessoas no Friburgo Shopping, no decorrer dos três dias da feira que estarão contatando os 40 corretores/empresas participantes.
Espera-se a oferta de mais de 1.000 imóveis comercializáveis, gerando expectativas de mais de 100 negócios concretizados na feira, com um movimento superior a R$ 7,5 milhões.



Internet ajuda a fechar 30% das compras de imóveis

A internet tem se mostrado uma aliada cada vez mais presente na hora de se comprar a casa própria. Hoje, os negócios realizados com a ajuda do meio online correspondem, em média, a 30% de tudo que é vendido pelo setor.

Há três anos, a participação da internet não chegava a 10% dos contratos assinados. Para este ano, esse volume pode ultrapassar os 35%.

A legislação brasileira não permite que a compra de um imóvel seja realizada totalmente pela internet. No entanto, quase todo o processo pode ser feito de forma virtual, desde conhecer o projeto a até o envio de documentação.

O engenheiro civil Carlos Eduardo Paiva Reyes, 25 anos, economizou tempo ao buscar um imóvel pela internet. “Comecei com as pesquisas e utilizei o corretor online. Com esse auxílio, consegui todas as informações que precisava. Só conheci o empreendimento pessoalmente no dia em que assinei o contrato”, diz ele, que comprou um apartamento no bairro de Pirituba.

Reyes conta que estava há seis meses procurando um imóvel, mas não tinha tempo de ir aos plantões de venda. “Com a internet, não só vi as fotos como obtive todas as informações, valores e forma de pagamento pelo atendimento online. Também mandei meus documentos por e-mail. E a mesma pessoa que tirou as dúvidas pelo do site foi a que me atendeu pessoalmente, o que achei muito bom”, comenta.

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Aluguel poderá ser pago com desconto em folha.

Os aluguéis poderão ser pagos com desconto na folha de pagamento do trabalhador, eliminando a necessidade do fiador, caso o projeto que trata da mudança seja aprovado na Câmara dos Deputados.
Para entrar em vigor, a medida tem que passar pela aprovação das comissões de Trabalho e a CCJ (Comissão de Justiça e Cidadania) para depois passar por análise do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O projeto do deputado Eliene Lima (PP-MT) permite o débito em folha de pagamento do valor do aluguel residencial e seria inserida dentro das regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
O trabalhador poderia comprometer até 25% da remuneração líquida (que desconta a contribuição previdenciária e impostos retidos na fonte) no pagamento do aluguel.
O desconto pode ser suspenso a qualquer tempo, mas a empresa e o locador devem ser informados com 30 dias de antecedência. É proibida a cobrança de taxas pela empresa para efetuar o desconto.

Dispensa do fiador

O deputado Eliene Lima explica que o projeto tem objetivo de facilitar a assinatura de contratos.
- Uma das maiores dificuldades para a assinatura de um contrato de aluguel reside na oferta de garantias ao locador. O débito em folha representaria uma segurança para o empregado, que poderá dispensar a figura do fiador, exigida na quase totalidade dos contratos de locação firmados no país.
Lima acredita que a medida pode favorecer o mercado imobiliário.
- Além disso, o projeto, se aprovado, poderá dar um grande impulso ao mercado imobiliário. Os valores dos aluguéis seriam consideravelmente reduzidos a curto e médio prazos, com a entrada no mercado de milhares de imóveis que, hoje, permanecem fechados por opção do proprietário.

Fonte: R7

Participação do gasto com imóveis subiu de 4,8% para 5,8%

A participação dos gastos com aquisição, ampliação e reforma de imóveis no orçamento das famílias cresceu entre 2003 e 2009. Denominado “aumento do ativo”, esse item representava 4,8% dos gastos das famílias em 2002/2003 e passou para 5,8% no ano passado, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para o economista José Márcio Camargo, da PUC-RJ, a elevação da participação da aquisição de imóveis se deve ao aumento da oferta de crédito para o setor. “A expansão do crédito para o setor imobiliário começou no início dos anos 2000, quando se criou a figura da alienação fiduciária. A partir daí, houve um aumento sistemático da oferta de crédito, relacionado principalmente a grupos de renda média”, explica.

Entre as famílias que adquiriram imóveis no período em que a última POF foi realizada está a arquiteta Letícia Medeiros, 29. A aprovação em um concurso público foi o impulso que faltava para ela e o marido comprarem um apartamento de dois quartos na zona sul do Rio em abril de 2009. “Juntamos nossas economias, demos uma entrada e parcelamos o resto em 20 anos”, conta. A família espera, no entanto, quitar o imóvel até o ano que vem com recursos do FGTS e do 13.º salário.

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IGP-M sobe mais uma vez e pode aumentar aluguéis

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que é utilizado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel, registrou aumento de 0,95% entre 21 de abril e 10 de maio. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa é quase o dobro da registrada no mesmo período do mês anterior (0,50%). O percentual do IGP-M considerado nos contratos de locação é o acumulado de 12 meses que, em abril, ficou em 2,88%. Isso quer dizer que os aluguéis com vencimento anual em abril poderão ficar 2,88% mais caros, dependendo da negociação entre proprietário e inquilino. Como o índice vem crescendo, o mês de maio também deve fechar com alta.

Fonte: Zap Imóveis

Como são os imóveis de luxo no Rio de Janeiro

A área dos apartamentos mais simples é de “apenas” 650 metros quadrados. Os imóveis têm, pelo menos, quatro suítes. Alguns com vista para o mar. A sala é toda avarandada e na cozinha há três dependências para funcionários. Morar no Rio com luxo é estar próximo à praia, às belezas naturais da capital e ter área de sobra em todos os ambientes para descansar. Mas todo este conforto tem o seu ônus. No ranking mundial das cidades com metro quadrado mais caro, o Rio está na 75ª posição, com custo que gira em torno de R$ 25 mil. E no Brasil, a capital fluminense assume o topo da lista.

De acordo com o corretor de luxo Paulo César Ximenes, dos 10 prédios mais caros do Rio , o Cap Ferrat, na Vieira Souto, em Ipanema, está em 1° lugar. Um apartamento no condomínio pode custar até R$ 30 milhões, com 1.300 metros distribuídos em dois andares, sendo 400 deles composto por salas. Tem também escritório, sala de jogos, seis suítes, duas saunas, piscina e três dependências para funcionários. Em seguida, vem o Juan Le Pins e o Apolo 11, ambos no Leblon e com características semelhantes. Afinal, para ser de luxo, o imóvel precisa estar enquadrado em alguns quesitos.

“O Rio tem vocação para hospedar empreendimentos de alto padrão por ter belas paisagens, mar, lagoa, área verde. A localização é o principal item a ser considerado, que significa paisagem. Além disso, a área do imóvel precisa ser de, no mínimo 170 metros quadrados, e ele precisa ter pelo menos quatro suítes e três vagas na garagem”, diz Ximenes.

Ipanema e Leblon são os bairros que concentram o maior número de posições no ranking dos 10 prédios mais caros do Rio. Mas a Barra da Tijuca já ocupa a 4ª posição, com o condomínio Singing Hill. Este é o único da lista que está fora da Zona Sul. A região ainda é pouco explorada, mas um quesito comum em todos os empreendimentos é a área de lazer, toda automatizada e com acabamento e equipamentos sofisticados.

“Na Zona Sul não há tanta preocupação em construir prédios com tanta infraestrutura. Há empreendimentos que não têm playground, por exemplo. Mas na Barra da Tijuca, 95% dos edifícios de alto padrão possuem ampla área de lazer”, diz o corretor de luxo.

O perfil dos compradores tem mudado bastante. Se até uma década atrás, eram empresários de mais de 45 anos que procuravam este tipo de imóvel, hoje, quem está assumindo boa parte das compras é o empresário de 35. O preço médio dos imóveis adquiridos por pessoas dessa etária chega a R$ 10 milhões.

A tendência, segundo Ximenes, é de que os preços dos apartamentos de luxo ainda aumentem – embora economistas afirmem que a tendência, com a alta dos juros, é que eles comecem a cair.

“Com as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), o mercado vai ficar mais aquecido. Os preços em Botafogo, por exemplo, podem aumentar em até 25%. Na Barra, com as Olimpíadas, os apartamentos serão mais notados. A escassez de terrenos continua, mas a procura por esse tipo de imóvel é constante e crescente.”

Fonte: Zap

Vendas pela internet movimentam R$ 10,6 bi em 2009 e crescem 30%

As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com 2008, de acordo com pesquisa da consultoria de comércio eletrônico e-bit. Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais.

Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, de acordo com a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.

Desse total, 4,4 milhões tiveram a experiência de uma compra virtual pela primeira vez no ano passado, dos quais 60% têm renda familiar até R$ 3.000.

Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada das Casas Bahia, em fevereiro de 2009, no mundo virtual. Com a chegada do varejista francês Carrefour ao comércio eletrônico neste mês, todas as grandes redes presentes do país agora oferecem aos clientes a possibilidade de compras pelo mundo virtual.

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Secovi-SP: mercado imobiliário crescerá 10% em 2010

O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) estima um crescimento de 10% a 15% do mercado imobiliário brasileiro em 2010, considerando lançamentos e vendas. Recentemente, o Secovi-SP se reuniu com representantes de outras entidades de todo o País, que apontaram que a percepção em relação a 2009 é melhor que a verificada em 2008. “As vendas foram iguais ou maiores que no ano passado”, disse o economista-chefe da entidade, Celso Petrucci. Já os lançamentos foram reduzidos.

O crescimento esperado, no entanto, gera apreensão no setor. “Estamos preocupados com a provável falta de mão de obra especializada em 2010. Vão faltar engenheiros e técnicos de nível universitário”, disse Petrucci. Existe também preocupação com os prazos de entrega, em decorrência da possibilidade de falta de equipamentos ou aumento do custo de mão de obra. Possíveis aumentos dos custos de construção são outra preocupação. “Há setores oligopolizados, como cimento, fios e cabos e vidros”, afirmou o representante do Secovi-SP.

Entre os desafios para o setor, Petrucci citou a redução da burocracia na aprovação de projetos. Ele defendeu que as obras do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” tenham qualidade e que o setor imobiliário brasileiro não repita erros ocorridos em países como Espanha e Estados Unidos.

Fonte: Portal G1


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